
Fashion Days e desfiles de escola de samba: os dois têm em comum a correria e preparação para o evento do próximo ano. De acordo com Aline Firjam, produtora do Fashion Days, é necessário ter em mente o que foi positivo e negativo para se preparar um evento melhor a cada ano. “A gente fala que é igual ao Carnaval, termina um pensando em outro” diz Aline.
O evento conta com cinco pessoas trabalhando diretamento com os produtores Aline e Toninho Simão. Todas ficam encarregadas de atendimento ao público, distribuição de convites, atendimento a imprensa, marcação de compromissos, entre outros trabalhos mais particulares. “Para o evento temos um total de 300 profissionais entre modelos, camareiras, produtores, cabeleireiros, maquiadores, pessoal da montagem, luz e som” afirma Aline.
As contratações dos modelos são anuais, e o Fashion Days acaba servindo de vitrine para o Brasil afora. Aline diz que quase todo ano tem que se renovar a equipe de modelos já que muitas vezes são levados para fora da cidade.
Vale ressaltar que os profissionais contratados para o evento são sempre de Juiz de Fora. Os produtores do Fashion Days têm como princípio essa idéia. “Haramis 14 Bis que monta o piso, tem o Marcelo que monta as tendas, Nair Marjiori que faz os fechamentos, passarela, as cadeiras, tudo daqui.” Iluminação com a Loca Luz, montagem de som com o Marley da festa Mix. Acaba que a gente investe diretamente na cidade, então a gente aposta neles e eles no evento. “As empresas começam a se aprimorar para nos atender, mas o que acontece é que no final acabam ajudando a eles mesmos” analisa Aline.
O evento acabou por criar um nicho de produtores de moda para Juiz de Fora, coisa que a cidade não tinha. Aline se orgulha ao dizer que com o crescimento e amadurecimento do projeto, os profissionais de áreas em comum foram acompanhando essa evolução. Os produtores de moda foram fazer cursos, especializações, outros que não eram da área da moda foram fazer cursos para melhor entendimento.
Cada funcionária contratada para trabalhar diretamente com os produtores do evento tem suas funções especificadas, um exemplo é Natália Bontempo, que trabalha desde o Fashion Days do ano passado na produtora de Aline, “comecei trabalhando no evento do ano passado, esse ano já fiz o Guest Fashion que também é ligado à moda e agora estou aqui. Adoro trabalhar com a parte de moda, acho que Juiz de Fora ainda vai crescer muito nessa parte. A cidade tem estilistas bárbaros e que tem trabalhos muito interessantes para mostrar”.
O evento cresceu respeitando o tamanho e possibilidades de Juiz de Fora. O objetivo do desfile é se fazer algo com qualidade sem extrapolar os limites da cidade. De acordo com Aline, Juiz de Fora sempre teve uma “veia” de moda muito forte. Vale ressaltar que o projeto também movimenta as regiões adjacentes. Essa movimentação para dentro da cidade traz lucro, traz dinheiro, e novas experiências.
“Juiz de Fora nunca teve muito espaço com moda, mas não se pode esquecer que é um pólo de malharia. O mercado estava adormecido, esperando alguns loucos que quisessem fazer algo parecido com o que fizemos. No primeiro Fashion Days foram 11 lojas, tínhamos de 20 a 25 modelos, agora são 45 lojas que querem um lugar para mostrarem a cara!”
O evento conta com cinco pessoas trabalhando diretamento com os produtores Aline e Toninho Simão. Todas ficam encarregadas de atendimento ao público, distribuição de convites, atendimento a imprensa, marcação de compromissos, entre outros trabalhos mais particulares. “Para o evento temos um total de 300 profissionais entre modelos, camareiras, produtores, cabeleireiros, maquiadores, pessoal da montagem, luz e som” afirma Aline.
As contratações dos modelos são anuais, e o Fashion Days acaba servindo de vitrine para o Brasil afora. Aline diz que quase todo ano tem que se renovar a equipe de modelos já que muitas vezes são levados para fora da cidade.
Vale ressaltar que os profissionais contratados para o evento são sempre de Juiz de Fora. Os produtores do Fashion Days têm como princípio essa idéia. “Haramis 14 Bis que monta o piso, tem o Marcelo que monta as tendas, Nair Marjiori que faz os fechamentos, passarela, as cadeiras, tudo daqui.” Iluminação com a Loca Luz, montagem de som com o Marley da festa Mix. Acaba que a gente investe diretamente na cidade, então a gente aposta neles e eles no evento. “As empresas começam a se aprimorar para nos atender, mas o que acontece é que no final acabam ajudando a eles mesmos” analisa Aline.
O evento acabou por criar um nicho de produtores de moda para Juiz de Fora, coisa que a cidade não tinha. Aline se orgulha ao dizer que com o crescimento e amadurecimento do projeto, os profissionais de áreas em comum foram acompanhando essa evolução. Os produtores de moda foram fazer cursos, especializações, outros que não eram da área da moda foram fazer cursos para melhor entendimento.
Cada funcionária contratada para trabalhar diretamente com os produtores do evento tem suas funções especificadas, um exemplo é Natália Bontempo, que trabalha desde o Fashion Days do ano passado na produtora de Aline, “comecei trabalhando no evento do ano passado, esse ano já fiz o Guest Fashion que também é ligado à moda e agora estou aqui. Adoro trabalhar com a parte de moda, acho que Juiz de Fora ainda vai crescer muito nessa parte. A cidade tem estilistas bárbaros e que tem trabalhos muito interessantes para mostrar”.
O evento cresceu respeitando o tamanho e possibilidades de Juiz de Fora. O objetivo do desfile é se fazer algo com qualidade sem extrapolar os limites da cidade. De acordo com Aline, Juiz de Fora sempre teve uma “veia” de moda muito forte. Vale ressaltar que o projeto também movimenta as regiões adjacentes. Essa movimentação para dentro da cidade traz lucro, traz dinheiro, e novas experiências.
“Juiz de Fora nunca teve muito espaço com moda, mas não se pode esquecer que é um pólo de malharia. O mercado estava adormecido, esperando alguns loucos que quisessem fazer algo parecido com o que fizemos. No primeiro Fashion Days foram 11 lojas, tínhamos de 20 a 25 modelos, agora são 45 lojas que querem um lugar para mostrarem a cara!”
*Testo escrito por Andressa e Stephânie.
